dijous, 11 de desembre del 2008

Memória de Auschwitz


Visitar os campos de extermínio de Auschwitz foi, para mim, uma experiência inesquecível e um bom antídoto contra qualquer intento de classificar a gente: gente de ca, imigrantes, brancos, pretos, cristãos, muçulmanos, ateus, homens, mulheres, nós, eles...

Auschwitz foi construído pelos nazis nas redondezas de Oświęcim, no sul da Polônia ocupada. Auschwitz é o nome que os alemães deram a cidade de Oświęcim durante a ocupação. Trata-se de um conjunto de três grandes campos principais: Auschwitz I, Auschwitz II-Birkenau e Auschwitz II-Monowitz, com mais de 40 sub-campos.




Estima-se que tenham sido deportados para este campo mais de 1.100.000 Judeus, 150.000 Polacos (prisioneiros políticos na sua maioria), cerca de 23.000 Ciganos, mais de 15.000 prisioneiros de guerra Soviéticos e umas dezenas de milhar de prisioneiros de outras nações. Destes prisioneiros, só 7.000 foram libertados pelo Exército Vermelho no fim da guerra; o resto morreu no campo.


Entrada de Auschwitz I com a inscrição “Arbeit macht frei” (“O trabalho liberta”).


De início eram assassinados Polacos. Depois também prisioneiros de guerra soviéticos, Ciganos e de outras nacionalidades. A partir de 1942 tornou-se no maior lugar de extermínio em massa de Judeus em toda a história da humanidades e parte do projeto Nazi de extermínio total do povo Judeu.


Entrada de Auschwitz II-Birkenau, “Porta da Morte”.



Depois de passar os comboios pela "Porta da Morte", os médicos das SS faziam a selecção: os fortes e saudáveis ficavam no campo, o resto, idosos, doentes, mulheres grávidas, meninos, eram imediatamente exterminados (entre um 70 e 75%).



Câmara de gás de Auschwitz I.



A empresa que construiu as câmaras de Auschwitz II afirmava que nestes fornos era possível cremar 4576 cadáveres por dia.




A vedação de Auschwitz II tinha 12 km. Alguns prisioneiros, fartos do terror do campo atiravam-se aos arames eletrificados. Chamavam a esta forma de morrer “ir ao arame farpado”.





4 comentaris:

Marta Contreras ha dit...

Ho he entès tot :)

Marta Contreras ha dit...

Per cert, és un llibre dur però recomanable en molts sentis: K.L. Reich, d'un home que visqué, crec que 4 anys, a Mathausen i altres camps. Expressa una barreja de sentiments viscuts en boca de personatges ben dispars. Aquest mateix escriptor, Amat-Piniella, va escriure poesies dins el camp, no les he llegides, només 1, potser t'agradaran: "Les llunyanies".

Si ho llegeixes ja en parlarem.

Càtilus ha dit...

Estic content que l'hagis llegit i que l'hagis entès. Veig que hi ha nivell... :-)

M'apunto la referència que em dónes de n'Amat-Piniella; no el coneixia. Cercant edicions del "K.L. Reich" i de "Lex llunyanies" he llegit que va escriure la primera a Sant Julià de Lòria (Andorra).

Marta Contreras ha dit...

Sí, l'home després dels 4 anys i mig en camps de concentració, es va haver de quedar un bon temps a Andorra perquè no el deixaven entrar a Espanya. Hitler era mort, però Franco no.